11/27/25

Amados – Zélia & Jorge

A exposição Amados – Zélia & Jorge chega pela primeira vez à CAIXA Cultural São Paulo, de 25/11/2025 a 22/02/2026, com entrada gratuita. A mostra homenageia Zélia Gattai e Jorge Amado, revelando 56 anos de vida e amor através de fotos, cartas, vídeos e depoimentos. Instalações interativas como “cofre-coração”, “chuva de flores” e “tubos sussurrantes” criam uma experiência sensorial e poética. O visitante percorre memórias do casal e sua convivência com amigos ilustres como Dorival Caymmi e Vinicius de Moraes. Curadoria de Paloma Jorge Amado propõe um mergulho íntimo na história e na literatura que transformaram afeto em arte.  Fotos: Paulo Borges.





Swarovski_Lançamento


 A Swarovski lançou duas estatuetas inspiradas nas protagonistas de Wicked: Parte II. A peça de Glinda tem 1.050 facetas, vestido rosado, cabelos loiros, coroa e varinha metalizadas. Já a de Elphaba traz 444 facetas, acabamento em metal laqueado, traje preto e vassoura icônica. O lançamento reforça a parceria da marca com o cinema e o novo filme estrelado por Ariana Grande. A Swarovski celebra seus 130 anos de ligação com o entretenimento. As estatuetas custam entre R$ 4.500 e R$ 5.000 no site e lojas da marca no Brasil.

11/04/25

Exposição Altares de Día de Muertos 2025 homenageia Mulheres Indígenas

 Desde 1º de novembro, a Galeria Marta Traba, no Memorial da América Latina, apresenta a Exposição Altares de Día de Muertos 2025, com curadoria de Arthur Jorge Lima. Este ano, o tema celebra as Mulheres Indígenas, destacando sua força ancestral e papel na preservação das culturas originárias.

A mostra integra o Festival Día de Muertos, realizado nos dias 1, 2, 8 e 9 de novembro, das 11h às 21h, com entrada gratuita. São nove altares criados por artistas e escolas, incluindo uma intervenção do Museu das Culturas Indígenas que aborda a relação dos povos originários com a morte.

A programação inclui o curta “Mãtãnãg, A Encantada”, do povo Maxakali, e obras como a instalação de Maurício Kiffer, que conecta floresta e borboletas monarcas.





10/31/25

130 anos da Swarovski

 Em comemoração aos 130 anos da Swarovski, a marca inaugurou no dia 29 de outubro a exposição “Masters of Light – Hollywood”, no Amoeba Music, em Los Angeles, Estados Unidos. A mostra convida os visitantes a explorarem a trajetória da Swarovski e sua influência no mundo da moda, do cinema, do design e das celebridades. A exposição segue até o dia 3 de novembro, oferecendo uma imersão no brilho e na história de uma das marcas mais icônicas do luxo global.




Museu dos Copos

O Museu dos Copos, chamado The Art of Drinking, está localizado na cidade do Porto, Portugal, dentro do complexo cultural WOW. Com mais de 2.000 peças da coleção de Adrian Bridge, o museu mostra como o ato de beber acompanhou rituais, celebrações e momentos históricos. Organizado cronologicamente, o percurso passa por civilizações antigas até os dias atuais, sempre com foco nos rituais da bebida. Entre os destaques estão copos que brilham no escuro, feitos com urânio, e luxuosas peças de cristal de rocha. A experiência é enriquecida por visitas guiadas e curiosidades, como a origem medieval do brinde, usado para evitar envenenamentos.Veja algumas fotos! (Wow Press Release)







10/14/25

A psicologia do imortal Machado de Assis


 Pesquisam Machado de Assis como o Bibliômano, em “Memórias Póstumas de Brás Cubas” – “olhai: daqui a setenta anos, um sujeito magro... inclina-se sobre a página... lê, relê, treslê, desengonça as palavras, saca uma sílaba, depois outra, mais outra e as restantes, examina-as por dentro e por fora, por todos os lados, contra a luz, espaneja-as, esfrega-as no joelho, lava-as, e nada.” 

Não encontram o Machado por detrás do texto, mesmo o autor mencionando um futuro livro, como descrito no conto “O cônego ou metafísica do estilo”: “Nesse dia, - cuido que por volta de 2222... hão de traduzi-la em todas as línguas. As academias e institutos farão dela um pequeno livro, para uso dos séculos... as filosofias queimarão todas as doutrinas anteriores, ainda as mais definitivas, e abraçarão esta psicologia nova, única verdadeira”. 

Não conhecem o autor, conforme citado também em “Memórias Póstumas de Brás Cubas”: “não conhece o autor; este nome... não vem nos seus dicionários biográficos. Achou o volume.... um exemplar único... Único! Ele rejeitaria a coroa das Índias... se os houvesse de trocar por esse único exemplar”. Trocariam tudo pelo exemplar único.  

Machado, jovem, havia anunciado em carta a Quintino: “Onde o estudo dos caracteres seja consciencioso e acurado, onde a observação da sociedade... eis uma ambição própria de ânimo juvenil, e que eu tenho a imodéstia de confessar”. Não é ficção, mas uma carta ao amigo. “E, tão certo estou da magnitude da conquista, que me não dissimulo o longo estádio que há percorrer para alcançá-la”, gastou uma vida construindo seu projeto “até onde vai a ilusão dos meus desejos? Confio demasiado na minha perseverança?”. 

A obra de Machado de Assis revela esse aspecto psicológico, como no conto “Eterno”, de 1887: “confio do Tempo, que é um insigne alquimista. Dá-se-lhe um punhado de lodo, ele o restitui em diamantes; quando menos, em cascalho. Assim é que, se um homem de Estado escrever e publicar as suas memórias, tão sem escrúpulo, que lhes não falte nada, nem confidências pessoais, nem segredos do governo, nem até amores, amores particularíssimos e inconfessáveis, verá que escândalo levanta o livro. Dirão e dirão bem, que o autor é um cínico, indigno dos homens que confiaram nele e das mulheres que o amaram. Clamor sincero e legítimo, porque o caráter público impõe muitos resguardos; os bons costumes e o próprio respeito às mulheres amadas constrangem ao silêncio”. 

Em “Eterno”, ele continua: “Mas deixai pingar os anos na cuba de um século. Cheio o século, passa o livro a documento histórico, psicológico, anedótico. Hão de lê-lo a frio; estudar-se-á nele a vida íntima do nosso tempo a maneira de amar, a de compor os ministérios e deitá-los abaixo, se as mulheres eram mais animosas que dissimuladas, como é que se faziam eleições e galanteios, se eram usados xales ou capas, que veículos tínhamos, se os relógios eram trazidos à direita ou à esquerda, e multidão de coisas interessantes para a nossa história pública e íntima. Daí a esperança que me fica, de não ser condenado absolutamente pela consciência dos que me leem. Já lá vão vinte e sete anos!”. 

Machado de Assis sabia que não seria compreendido e que um dia seria descoberto como autor que antecipou a psicologia de Freud. 

*Adelmo Marcos Rossi é pesquisador, psicólogo, autor do livro “O Imortal Machado de Assis – Autor de Si Mesmo” e fundador do Grupo de Pesquisa do Narcisismo. 

LC Agência de Comunicação Imagem: Pexels

#MachadodeAssis

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